Agende uma conversa →
Diagnóstico executivo · Gratuito · ±8 min (001) · Atualizado em julho de 2026
Para CEOs, donos, C-levels e investidores

Time interno,
agência ou
achismo híbrido?

Toda empresa bate nessa encruzilhada: contratar time próprio, terceirizar tudo ou montar um modelo híbrido? Errar aqui custa caro. Custa folha e custa meses que não voltam. Este diagnóstico cruza 35 respostas em 6 eixos com dados de Gartner, ANA, The CMO Survey e CAGED, e devolve, em percentual, a aderência da sua empresa a cada modelo.

35 perguntas 6 eixos de análise Resultado em % Fontes citadas
A decisão Três cadeiras vazias em estúdio banhado de vermelho: três estruturas possíveis de marketing
Fig. .01 · Três cadeiras, três estruturas MDDM
Em resumo

Quando ter marketing interno, agência ou híbrido? Depende de orçamento, fase e complexidade. Empresa menor com escopo definido rende mais com fornecedor externo. Empresa grande, com marca consolidada e conhecimento sensível, rende mais com time próprio. Empresa em crescimento, com demanda mista, tende ao híbrido, hoje o desenho dominante. Este diagnóstico, criado por Marcelo Russo (Meu Departamento de Marketing, desde 2016), calcula a sua aderência a cada modelo.

O contexto · Por que essa decisão importa (002)

A pergunta errada é
"quem contratar".
A certa é "qual estrutura".

O mercado inteiro está reorganizando o marketing. Os dados abaixo mostram que não existe resposta única. Existe a estrutura certa pro momento e pra ambição de cada empresa.

0%
dos grandes anunciantes já operam alguma estrutura interna de marketing. Em 2008 eram 42%.
ANA · 2023
0%
das atividades de marketing são terceirizadas, em média. Quase toda empresa já é híbrida. A questão é o mix.
The CMO Survey · Duke/Deloitte · 2023
0%
dos CMOs dizem que a verba não paga a estratégia que desenharam. Orçamentos parados em 7,7% da receita.
Gartner CMO Spend Survey · 2025
0%
dos times internos brigam pra segurar talento criativo; 44% penam pra atrair os melhores.
ANA / BCG
Os 3 modelos · Sem torcida, com critério (003)

Três estruturas.
Nenhuma é "a melhor".

Cada modelo resolve um problema diferente. O erro clássico é escolher por moda ou por preço, e não pelo estágio e pela complexidade do negócio.

Fig. .02Cadeira dobrável de metal solitária em estúdio vermelho: o fornecedor externo
Modelo .01

Tudo fora
(Agências + freelas)

Você contrata motores externos: agências e freelancers executam. A empresa dirige. Ou deveria.

  • Velocidade de entrada: campanhas no ar em semanas, não meses.
  • Custo variável, sem folha e sem encargos.
  • Acesso a especialistas que você não conseguiria contratar.
  • Risco: conhecimento do negócio fica do lado de fora.
Tende a vencer quando: orçamento enxuto, escopo definido, poucos canais, urgência de resultado.
Fig. .03Cadeira executiva de couro em estúdio vermelho: o departamento próprio
Modelo .02

Time interno
(Depto. próprio)

Marketing vira departamento: pessoas contratadas, cultura própria, conhecimento que fica dentro de casa.

  • Domínio total de marca, dados e conhecimento sensível.
  • Disponibilidade integral e imersão no negócio.
  • 82% dos grandes anunciantes já têm estrutura interna (ANA, 2023).
  • Risco: custo fixo alto, dificuldade de atrair e reter talento sênior.
Tende a vencer quando: orçamento robusto, marca consolidada, demanda contínua, conhecimento estratégico.
Fig. .04Cadeira executiva rodeada por duas cadeiras dobráveis em estúdio vermelho: o núcleo interno com fornecedores externos
Modelo .03

Híbrido
(Núcleo + externos)

Um núcleo interno enxuto, com liderança própria ou sob demanda, orquestrando fornecedores especializados.

  • Estratégia e dados dentro; execução especializada fora.
  • Escala para cima e para baixo sem refazer estrutura.
  • É o modelo dominante nas empresas de alto crescimento.
  • Risco: sem um maestro, vira colcha de retalhos cara.
Tende a vencer quando: crescimento acelerado, múltiplos canais, verba média, estratégia e execução ao mesmo tempo.
O diagnóstico · 35 perguntas · 6 eixos (004)
Pronto pra começar 00/35
Antes de começar
Responda pensando na empresa como ela é hoje. Não como você gostaria que fosse.

São 35 perguntas objetivas, divididas em 6 eixos: orçamento e fase, complexidade da demanda, capacidade e infraestrutura interna, dependência e visão de longo prazo, dados e tecnologia, e perfil de controle. Não existe resposta certa. Existe a sua realidade. Ao final, você recebe o percentual de aderência a cada um dos 3 modelos e os motivos do resultado.

Resultado · Diagnóstico de estrutura (005)
Aderência por modelo

Seu cenário aponta para
....

Percentual de aderência calculado sobre 35 respostas ponderadas em 6 eixos.

Perguntas frequentes · O essencial da decisão (006)

As perguntas que todo
dono faz. Respondidas.

Quando faz sentido ter um time de marketing interno?+

Quando o orçamento sustenta folha executiva, a demanda é contínua e o conhecimento do negócio precisa ficar dentro de casa. Não é aposta isolada: 82% dos grandes anunciantes já operam estrutura interna, contra 42% em 2008 (ANA, 2023). O cuidado é com talento: 63% dos times internos brigam pra segurar criativos (ANA/BCG).

Quando terceirizar o marketing com agências e freelancers?+

Quando o escopo é definido, a verba pede custo variável e a pressa é grande. Fornecedor externo entra em semanas, sem folha e sem encargos. O cuidado: agência é motor, não piloto. Alguém do lado da empresa precisa definir meta e régua de cobrança.

O que é o modelo híbrido de marketing?+

Um núcleo interno enxuto guardando estratégia e dados, com especialistas externos na execução. Na média, 20,2% das atividades de marketing já são terceirizadas (The CMO Survey, 2023). É o desenho dominante nas empresas em crescimento, e o mais dependente de um líder orquestrando o conjunto.

Quanto custa um diretor de marketing no Brasil?+

Em São Paulo, a mediana é de R$ 39,3 mil por mês e o teto passa de R$ 73 mil, sem contar encargos e benefícios, segundo dados do CAGED compilados pelo Salario.com.br (2025).

Quanto do faturamento investir em marketing?+

A média global está em 7,7% da receita, estagnada pelo segundo ano (Gartner CMO Spend Survey, 2025). No Brasil, 56% das empresas investem até 5% do faturamento em marketing digital ou nem medem (8D Hubify). A faixa saudável depende da fase e da margem do negócio.

Este diagnóstico de estrutura de marketing é gratuito?+

É. São 35 perguntas em 6 eixos, resultado na hora em percentual de aderência a cada modelo, e a leitura completa por e-mail. Criado por Marcelo Russo, CMO Sob Demanda e fundador do Meu Departamento de Marketing (2016).

Metodologia e fontes · Dados, não achismo (007)

Construído sobre
dados públicos.

Este diagnóstico pondera suas respostas segundo critérios documentados em estudos de mercado. Ele não substitui uma análise individual: é o ponto de partida dela. Fontes consultadas:

  1. ANA · The Continued Rise of the In-House Agency (2023): 82% dos associados operam agência interna (42% em 2008); dois terços internalizaram trabalho antes feito por agências externas.
  2. Gartner · CMO Spend Survey (2025): orçamentos de marketing parados em 7,7% da receita; 59% dos CMOs com verba insuficiente; 39% planejam cortar verba de agências.
  3. The CMO Survey · Duke Fuqua / Deloitte / AMA (2023): 20,2% das atividades de marketing são terceirizadas, com expectativa de crescimento de ~5% ao ano.
  4. ANA / Boston Consulting Group · In-House Agency Management: 63% dos times internos têm dificuldade em segurar criativos; 44% em atrair talento de ponta.
  5. GrowTal / LinkedIn (2024): o número de líderes de marketing fracionados dobrou de ~60 mil para ~120 mil profissionais entre 2022 e 2024.
  6. Salario.com.br / dados CAGED (2025): diretor de marketing em SP: mediana de R$ 39,3 mil/mês, teto de R$ 73 mil/mês, sem contar encargos e benefícios.
  7. 8D Hubify / CartaCapital: 56% das empresas brasileiras investem até 5% do faturamento em marketing digital, ou nem monitoram a métrica.